No dia 04 de fevereiro, foi realizada uma reunião com a participação de representantes da UNIMED, Gerência da AFPM e beneficiários do plano de saúde Unimed, que foram convidados para acompanhar e discutir a tratativa referente ao reajuste anual do contrato.



Durante o encontro, foi apresentado o cenário de sinistralidade do contrato, que atualmente se encontra em 104%, enquanto o ponto de equilíbrio previsto contratualmente é de 70%. Esse índice representa que as despesas assistenciais estão acima do limite considerado saudável para a manutenção do plano nas condições atuais.

Considerando que este é o primeiro reajuste após a migração para a Unimed Curitiba, a operadora apresentou uma proposta de flexibilização do ponto de equilíbrio para 85%, o que resultou em um índice inicial de reajuste de 22,76%.
Após debate entre os presentes, foi definida e encaminhada uma contraproposta de 10%, buscando reduzir o impacto financeiro aos beneficiários.
Posteriormente, a operadora retornou com uma nova proposta de 17,5%, que também foi discutida internamente, sendo então encaminhada uma nova contraproposta de 15%.
Em resposta, a Unimed informou que, devido ao cenário crítico de utilização do plano, não seria possível aplicar o percentual solicitado, apresentando a condição final de 17% de reajuste, com a manutenção (congelamento) do teto de coparticipação por procedimento no valor de R$ 199,10, sem reajuste neste momento.
Ficou definido que o novo índice de reajuste será aplicado na folha de março de 2026.
Abaixo, seguem as novas tabelas atualizadas do plano.